Chamando os meus «anjos»…

Gosto muito desta canção e gosto de Lenny Kravitz…
E, depois, nos tempos que vão correndo, faz sempre falta um bom Anjo da Guarda…a tempo inteiro ao nosso lado…

Sobre o Tratado de Lisboa…

Ontem foram anunciados os nomes dos dois «protagonistas» que irão estar à frente dos mais altos cargos da União Europeia.
O nosso Primeiro-ministro anunciou, no fim da reunião em que se efectuaram essas escolhas, que o Tratado de Lisboa, entrará em vigor, dia um de Dezembro próximo, e que a cerimónia decorrerá na nossa Cidade Capital.
Do pouco que sei deste Tratado, algo me diz que perdemos, com a sua entrada em vigor, o que nos restava de autonomia como Nação.
Mas aquilo que mais me impressiona, não é o Tratado, em si.
Aquilo que me impressiona é a forma como se efectuaram as diferentes etapas, até que se reunissem as condições, para que o Tratado pudesse ser posto em execução.
Convém não esquecer que começou tudo, por um projecto de “Constituição” que teve que ser deixado «cair»; para depois, do «sim» de uns e do «não» de muitos, a este Tratado, (e sem a opinião expressa da maioria dos europeus) se chegar, agora, à sua entrada em vigor.
Os cidadãos europeus, como eu, que se interessam pelo futuro deste projecto que é a UE, interrogam-se até quando é que tudo lhes será só, praticamente, imposto, e não por eles decidido. E interrogam-se, também, até quando é que, mesmo quando são chamados a decidir, seja o que for, lhes «rasgam» as decisões na cara, obrigando-os a «decidirem» o que aos altos dirigentes lhes convém e interessa…
- Claro que nós não nos esquecemos disso…e não gostamos.
E isso é tão real, que ninguém como eu, se alegra com a festa ou cerimónia, da entrada em vigor, de um qualquer «Tratado de Lisboa» que ninguém conhece bem e não sabe no que dará.

Noticia-se na imprensa de hoje, que estamos em Portugal, com excesso de produção de frutas.
- O povo português, felizmente, já consome mais frutas e legumes.
Tempos houveram que se dizia que quem comia «essas coisas» era pobre.
Não tinha dinheiro para carne e doces!
É muito pouco vulgar, ouvir uma criança dizer que, pela manhã, comeu um pão com manteiga, bebeu um copo de leite e no fim, uma maçã…
Os pais, invocando a pressa matinal, optam pelos «enlatados»: como os donuts, os bolycaos, os pacotes de leite com chocolate e outras coisas assim perniciosas…
Talvez fosse sendo tempo de se mudarem estes, mais que errados, hábitos alimentares; que tanto contribuem, para as estatisticas elevadas, de obesos e de diabéticos; duas calamidades de saúde pública, onde se gastam milhões de euros.
- E, também, não é nada difícil, arranjar um pão com manteiga e um copo de leite… e a maçã, come-se, mesmo, pelo caminho, já de mochila às costas!
Mas, para isso, é necessário que os educadores contribuam, no que lhes compete, para essa mudança de paradigma alimentar.
- É tudo uma questão de prioridades. Cada um no seu campo pode fazer grandes mudanças.
Basta querer, estar preparado e disponível.

Cada vez mais vulneráveis…

Desmprego entre as mulheres…

As mulheres já viveram dias de maior independência:
- Quando tinham os seus empregos assegurados e quando tinham, ainda, os seus maridos e filhos, também empregados.
Em Portugal, país pobre e sem uma cultura, enraizada, de ocupação do tempo livre - seja no que for - temos agora, famílias inteiras a viverem mal e passando os dias a fazerem «nada»…
Entretanto, as mulheres que perderam os seus empregos, são cada vez mais só escravas do «lar» e menos respeitadas. Até por aqueles que usufruem desse seu trabalho… a que ninguém dá o devido valor.
As mulheres devem lutar pela sua afirmação pessoal, em todas as horas e, especialmente, nesta em que a adversidade lhes bateu à porta.
Uma das maneiras é fazerem «voluntariado».
- É útil, é nobre, é dignificante e ocupa a cabeça e o tempo.
Ficarem paradas é que não é resolução de qualquer problema…

Como os «poetas»…

face oculta
Alberto João jardim, em certas horas, é como os poetas:
- Faz as sínteses perfeitas…

Os jornais vendem…

Li na semana que findou, num jornal exposto num escaparate de um quiosque, que o «Caso dos barcos da Expo» ia finalmente ser julgado.
- Ao fim de onze anos!
Lembro-me de, nessa altura, ter comprado todos os jornais que falavam do dito caso: para estar a par e na esperança de que tudo fosse apurado e julgado com celeridade… Depois fui aprendendo, desacreditando, e, hoje em dia, logo que se fala num qualquer «tsunami de corrupção» eu deixo de ouvir e de ler…seja o que for; embora seja difícil ter muito ou algum sucesso.
- O «bombardeamento» é contínuo e cerca-nos, absolutamente!
A partir dessa data muitos e muitíssimos «casos» têm preenchido folhas e folhas de jornais; muitos jornalistas terão emprego, ainda, à conta disso; muitos jornais se vendem, também, à conta disso.
- De cada vez que aparece mais um «Face Oculta» a venda de jornais deve aumentar. (As audiências dos telejornais idem…)
Concluo assim:
- Já que esses «casos» quase só têm, para os visados, as consequências da exposição na media, será que isto tudo que se ouve, vê e diz é uma questão vital para a sobrevivência de um sector que está declaradamente em crise?
É que assim sendo, e se tudo nasce e morre só nos jornais, e ainda por cima lhes é vital, eu ponderarei voltar a comprar vários diários e semanários.
Por mim, não quero que ninguém fique no desemprego…

Ps: Hoje é notícia, o seguinte:
- “Só há 24 condenados por corrupção em Portugal”.

Lavando o olhar…

Quase noite…
É meio-dia, e, da minha janela, contemplo a paisagem diminuta que o ângulo me permite…
As árvores frondosas quase vergam, com o vento que as fustiga, impiedosamente. Os pássaros que por lá querem e estão habituados a poisar rodopiam, nos ares, sem saberem que fazer, nem para onde irem. As folhas mais caducas andam ensaiando bailados pela praceta que até é, suficientemente, grande e adequada para o efeito…
Uma senhora idosa, que passeia o seu cão, igualmente idoso, tenta que ele se acalme, coisa que não lhe é fácil…- E chama-o com voz alteada:
- «minhon» já para aqui!… (ele faz de conta que não houve…)
A luz é tão escassa que parece quase noite.
- Vou à procura do meu «sol» em um outro lugar…

Porque é importante que:

- ocupemos a cabeça?
- tenhamos gostos diversificados?
- sejamos activos?
- olhemos vários tipos de montras ao passar?
- conversemos com pessoas inusitadas?
- corramos quando chove e não chove?
- passemos tempo a pensar?
- tenhamos horários e os respeitemos?
- pratiquemos exercício físico?
- comamos com parcimónia?
- arranjemos motivos para rir: de nós e com os outros?

Todas estas questões têm uma só resposta:
É importante para que não estejamos «sós» em hora nenhuma; e tenhamos saúde e longevidade com qualidade melhorada.

Porque hoje é sexta-feira…

RUI VELOSO É UM DOS MEUS CANTORES FAVORITOS.
COMO HOJE É SEXTA-FEIRA, DIA TREZE, E, AINDA POR CIMA, AS NOTÍCIAS QUE PARAM NOS JORNAIS SÃO UM DESÂNIMO: PARA AJUDAR A ESSE QUADRO NEGRO AQUI FICA ESTA CANÇÃO DE HOMENAGEM AOS «AMORES FALHADOS»… QUE, VENDO-O BEM, SÃO A MAIORIA…
OS AMORES SÃO COMO AS NOTÍCIAS:
- VÊM, PASSAM E DEPOIS HÁ MAIS… BASTA TER CALMA E TUDO SE RENOVA.

O que eu penso…

Penso que a mentira, venha ela de onde vier, é uma forma de fuga às consequências por uma qualquer «maldade» que tenhamos feito:
- Porque actuado mal; pactuado com o mal; ou querido ocultar esse mal para nosso proveito.
A mentira não pode ser nenhuma forma de «obsessão» das entidades que têm autoridade para investigar as pessoas, tal como querem fazer-nos pensar.
- A mentira é uma forma de fuga à verdade por parte de quem mente e fez «maldades».
Eu penso isto sobre a «mentira» .